Como escolher uma API de consulta processual
Resposta rápida: avalie a API por 8 critérios objetivos: cobertura de tribunais, formas de busca (CPF/CNPJ/nome/OAB), webhook de movimentação, modelo de preço, rate limit, estabilidade, formato do dado e suporte. Abaixo, o que olhar em cada um.
Os 8 critérios
- Cobertura: precisa abranger TJ, TRF, TRT e superiores — e idealmente DataJud + DJEN + PJe juntos.
- Busca por pessoa: consultar por CPF, CNPJ, nome e OAB (e não só por número) muda tudo no dia a dia.
- Webhook: receber a movimentação por push evita polling e perda de prazo.
- Preço: pré-pago por uso costuma ser mais justo que mensalidade alta para quem está começando.
- Rate limit: verifique o limite por chave (ex.: 500 req/min) e se escala.
- Estabilidade: a API deve absorver instabilidade dos tribunais sem repassar erro pra você.
- Formato: JSON limpo e consistente entre tribunais economiza dias de integração.
- Suporte: documentação clara, sandbox e canal de dúvida técnico.
Como a Juri+ se encaixa
A Juri+ cobre todos os tribunais, busca por CPF/CNPJ/nome/OAB/número, tem webhook, é pré-paga (sem mensalidade), entrega JSON unificado e tem sandbox. Você testa antes de integrar.
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Perguntas frequentes
Para quem está validando ou tem volume variável, o pré-pago por uso evita custo fixo. Para volume alto e constante, negocie pacote.
Muito — boa parte dos casos reais começa sem o número do processo, só com o nome ou o CPF da parte.
Se você acompanha andamento ou prazo, sim: sem webhook você vira refém de polling e pode perder movimentação.
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