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Como escolher uma API de consulta processual

Resposta rápida: avalie a API por 8 critérios objetivos: cobertura de tribunais, formas de busca (CPF/CNPJ/nome/OAB), webhook de movimentação, modelo de preço, rate limit, estabilidade, formato do dado e suporte. Abaixo, o que olhar em cada um.

Os 8 critérios

  1. Cobertura: precisa abranger TJ, TRF, TRT e superiores — e idealmente DataJud + DJEN + PJe juntos.
  2. Busca por pessoa: consultar por CPF, CNPJ, nome e OAB (e não só por número) muda tudo no dia a dia.
  3. Webhook: receber a movimentação por push evita polling e perda de prazo.
  4. Preço: pré-pago por uso costuma ser mais justo que mensalidade alta para quem está começando.
  5. Rate limit: verifique o limite por chave (ex.: 500 req/min) e se escala.
  6. Estabilidade: a API deve absorver instabilidade dos tribunais sem repassar erro pra você.
  7. Formato: JSON limpo e consistente entre tribunais economiza dias de integração.
  8. Suporte: documentação clara, sandbox e canal de dúvida técnico.

Como a Juri+ se encaixa

A Juri+ cobre todos os tribunais, busca por CPF/CNPJ/nome/OAB/número, tem webhook, é pré-paga (sem mensalidade), entrega JSON unificado e tem sandbox. Você testa antes de integrar.

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Perguntas frequentes

Vale mais a pena pré-pago ou mensalidade?

Para quem está validando ou tem volume variável, o pré-pago por uso evita custo fixo. Para volume alto e constante, negocie pacote.

Busca por nome é importante?

Muito — boa parte dos casos reais começa sem o número do processo, só com o nome ou o CPF da parte.

Preciso de webhook mesmo?

Se você acompanha andamento ou prazo, sim: sem webhook você vira refém de polling e pode perder movimentação.

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