Monitoramento via API

Monitoramento processual via API: como funciona

Resposta: no monitoramento via API, você faz um POST cadastrando o alvo e uma callback_url; a Juri+ verifica os tribunais periodicamente e envia um webhook (POST) ao seu sistema a cada nova movimentação.

Por que monitoramento via api importa

Integrar o monitoramento ao seu próprio sistema (ERP, CRM jurídico, antifraude) elimina trabalho manual e garante que a informação chega onde sua operação já está, em tempo quase real.

O que você encontra

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Passo a passo

  1. Crie a conta. Crie a conta na Juri+ e gere a chave de API.
  2. Cadastre o alvo. Cadastre o processo, CPF, CNPJ ou OAB para monitorar.
  3. Informe a callback. Aponte uma callback_url para receber o webhook.
  4. Receba a movimentação. A cada novidade, você recebe um POST automático.

Quem mais se beneficia

O diferencial

Diferente de consultar de tempos em tempos (polling), o webhook entrega a novidade na hora, sem desperdício de chamadas. A Juri+ absorve a instabilidade dos tribunais por você.

Precisa fazer isso em escala? Use a API

Cadastre o monitoramento com um POST e receba os eventos no seu endpoint — escala de um a milhares de alvos.

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Perguntas frequentes

Como funciona o monitoramento por API?

Você cadastra o alvo e uma callback_url; a API verifica os tribunais e envia um webhook a cada movimentação.

Qual a diferença de webhook e polling?

No webhook você é avisado na hora; no polling você consulta repetidamente. Webhook é mais eficiente e barato.

Tem mensalidade?

Não. É pré-pago: você paga por consulta e por monitoramento ativo.

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