Monitoramento processual via API: como funciona
Resposta: no monitoramento via API, você faz um POST cadastrando o alvo e uma callback_url; a Juri+ verifica os tribunais periodicamente e envia um webhook (POST) ao seu sistema a cada nova movimentação.
Por que monitoramento via api importa
Integrar o monitoramento ao seu próprio sistema (ERP, CRM jurídico, antifraude) elimina trabalho manual e garante que a informação chega onde sua operação já está, em tempo quase real.
O que você encontra
- Endpoint REST para criar/listar/remover monitoramentos
- Webhook (POST) a cada movimentação
- Alvos por número, CPF, CNPJ e OAB
- JSON unificado de todos os tribunais
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Digite um nome, CPF, CNPJ ou número e consulte em todos os tribunais:
Passo a passo
- Crie a conta. Crie a conta na Juri+ e gere a chave de API.
- Cadastre o alvo. Cadastre o processo, CPF, CNPJ ou OAB para monitorar.
- Informe a callback. Aponte uma callback_url para receber o webhook.
- Receba a movimentação. A cada novidade, você recebe um POST automático.
Quem mais se beneficia
- Lawtechs que constroem produto sobre o dado
- Jurídicos que integram ao ERP
- Fintechs que monitoram risco
- Seguradoras e compliance
O diferencial
Diferente de consultar de tempos em tempos (polling), o webhook entrega a novidade na hora, sem desperdício de chamadas. A Juri+ absorve a instabilidade dos tribunais por você.
Precisa fazer isso em escala? Use a API
Cadastre o monitoramento com um POST e receba os eventos no seu endpoint — escala de um a milhares de alvos.
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Perguntas frequentes
Você cadastra o alvo e uma callback_url; a API verifica os tribunais e envia um webhook a cada movimentação.
No webhook você é avisado na hora; no polling você consulta repetidamente. Webhook é mais eficiente e barato.
Não. É pré-pago: você paga por consulta e por monitoramento ativo.
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